IPCA registra deflação de 0,32% em agosto, puxado por energia e transportes

Resultado veio um pouco abaixo das expectativas e levou a inflação acumulada em 12 meses a 4,22%; queda da energia elétrica foi o principal fator de alívio.
Confiança do comércio recua em agosto após dois meses de alta

Índice da FGV caiu 1,3 ponto, para 84,2 pontos, com piora das expectativas para os próximos meses em meio ao cenário de juros elevados.
IPCA-15 cai 0,40% em agosto, maior queda para o mês desde 2022

Prévia da inflação oficial desacelera para 4,24% em 12 meses, com impacto do bônus de Itaipu, queda das passagens aéreas e recuo dos alimentos.
INCC-M acelera em agosto e alta nos custos da mão de obra ganha força

Índice Nacional de Custo da Construção sobe 0,85%, ante 0,62% em julho, enquanto alta acumulada em 12 meses chega a 6,56%.
IGP-10 cai 0,51% em agosto, puxado por queda nos preços de energia e combustíveis

Índice acumula alta de 1,48% no ano e de 2,00% em 12 meses; preços ao consumidor recuaram 0,47%, enquanto custos da construção aceleraram.
Monitor do PIB-FGV aponta desaceleração da economia no segundo trimestre, com alta de 0,3%

Atividade cresceu menos que no primeiro trimestre, mas mantém sequência de resultados positivos; consumo das famílias segue como principal sustentação da economia.
Desemprego cai para 5,4% no Brasil e atinge menor nível para um segundo trimestre

Taxa recuou 0,7 ponto percentual no trimestre e mercado de trabalho mantém trajetória de fortalecimento, com aumento da renda e redução do desemprego de longa duração.
IPCA sobe 0,07% em julho, com energia elétrica pressionando a inflação

Alta ficou acima das expectativas, enquanto queda nos preços dos alimentos ajudou a limitar o avanço do índice; inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,44%.
BC alerta para efeitos indiretos de choques de petróleo e diz que poderá reagir “com firmeza”

Ata do Copom reforça preocupação com inflação pressionada pela demanda e com expectativas desancoradas, mesmo após corte da Selic para 14% ao ano.
Banco Central cortou Selic para 14,00%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) acaba de divulgar o resultado de sua última reunião sobre a taxa básica de juros, a famosa Taxa Selic. Na decisão de hoje, o comitê cortou a Selic para 14,00% ao ano. Já era esperado pelo mercado que o Copom corta-se a Selic. No mês de junho, a inflação subiu 0,16% e agora acumula alta de 4,64% nos últimos 12 meses. Mas como isso, de fato, afeta o seu dia a dia e os seus investimentos? Clique aqui para começar a investir com quem entende A Taxa Selic nada mais é do que a base, a referência, em que a grande parte das operações bancárias e financeiras acontecem, dado que elas se balizam no CDI, que é uma taxa muito próxima à Selic. Quando a Taxa Selic começa a cair, o custo do crédito tende a diminuir, o que pode reduzir os juros em empréstimos e financiamentos ao longo do tempo. Isso pode facilitar o acesso ao crédito, mas ainda exige cautela, já que os juros seguem em patamar elevado e o impacto da queda não é imediato no dia a dia. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Produção industrial cai 1,8% em junho e registra desempenho abaixo das expectativas

Recuo foi disseminado entre os setores da indústria, com destaque para derivados de petróleo, produtos químicos e alimentos; resultado reforça sinais de perda de fôlego da atividade.
Preços ao produtor recuam pelo segundo mês seguido e refletem queda nas indústrias extrativas

Índice de Preços ao Produtor cai 0,77% em junho, pressionado principalmente pela redução dos preços na indústria extrativa e no setor de derivados de petróleo.