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IPC-S acelera para 0,96% na segunda quadrissemana de abril, pressionado por saúde e transportes

Avanço da inflação no período reflete alta disseminada em serviços e custos essenciais.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de abril de 2026 registrou alta de 0,96%, acelerando em relação à leitura anterior e levando o acumulado em 12 meses para 3,92%. O dado reforça a persistência das pressões inflacionárias no curto prazo, com destaque para itens ligados a serviços e custos básicos.

O principal impacto veio do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, cuja taxa passou de 0,28% para 0,56%, tornando-se a maior contribuição para o resultado do índice. Na sequência, Transportes também exerceu pressão relevante, com avanço de 2,46%, refletindo principalmente o encarecimento de combustíveis e tarifas.

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Outros grupos que registraram aceleração foram Educação, Leitura e Recreação, ainda em campo negativo, mas com menor intensidade de queda, e Habitação, que avançou de 0,35% para 0,42%, indicando aumento de custos relacionados a moradia.

Por outro lado, parte das pressões foi parcialmente compensada pela desaceleração em segmentos importantes. Alimentação perdeu força, ao passar de 1,56% para 1,45%, enquanto Despesas Diversas, Vestuário e Comunicação também apresentaram variações menores na comparação com a quadrissemana anterior.

O resultado mostra uma inflação ainda disseminada, com mudanças na composição das pressões, e reforça a atenção do mercado para o comportamento dos preços de serviços e itens essenciais nas próximas leituras.

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