Inflação dos EUA sobe 0,2% em janeiro e fica abaixo do esperado pelo mercado

Os preços ao consumidor nos Estados Unidos avançaram 0,2% em janeiro, após alta de 0,3% em dezembro, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho. O resultado veio ligeiramente abaixo da mediana das projeções de analistas ouvidos pela Reuters, que apontavam alta mensal de 0,3%. Em 12 meses, o índice desacelerou para 2,4%, ante 2,7% registrados até dezembro, também abaixo da estimativa de 2,5%. A leitura de janeiro reflete uma dinâmica típica de início de ano, combinada com a estabilização do mercado de trabalho e a continuidade do repasse das tarifas comerciais adotadas pelo governo Donald Trump. O relatório também incorporou novos fatores de ajuste sazonal recalculados para refletir os movimentos de preços de 2025. A divulgação dos dados sofreu leve atraso devido à paralisação de três dias do governo federal, episódio que reacendeu preocupações sobre volatilidade estatística,embora economistas esperassem maior normalização neste início de ano. Clique aqui para começar a investir com quem entende O núcleo do índice, que exclui alimentos e energia, avançou 0,3% no mês, após alta de 0,2% em dezembro. Em 12 meses, o núcleo desacelerou para 2,5%, ante 2,6% no mês anterior, movimento influenciado pela saída de leituras mais elevadas da base de comparação. Ainda assim, tanto o CPI quanto o índice de preços de gastos com consumo (PCE), referência do Federal Reserve para a meta de 2%, seguem acima do objetivo. O dado de inflação se soma a sinais de resiliência do mercado de trabalho, com aceleração na criação de vagas e recuo da taxa de desemprego de 4,4% para 4,3% em janeiro. Diante desse cenário, o Fed manteve recentemente a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, indicando cautela enquanto avalia os próximos passos da política monetária. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!

Estoques de petróleo dos EUA caem e surpreendem o mercado, aponta DoE

Os estoques de petróleo bruto nos Estados Unidos registraram uma queda expressiva de 3,455 milhões de barris na semana encerrada em 30 de janeiro, totalizando 420,299 milhões de barris, segundo dados divulgados pelo Departamento de Energia (DoE). O resultado surpreendeu o mercado, já que analistas consultados pelo The Wall Street Journal esperavam estabilidade nos volumes armazenados. Em contrapartida, os estoques de gasolina apresentaram aumento de 685 mil barris, alcançando 257,898 milhões de barris, abaixo da projeção de alta de 1,3 milhão. Já os estoques de destilados, que incluem diesel e óleo de aquecimento, recuaram 5,553 milhões de barris, para 127,368 milhões de barris, queda bem mais intensa do que a retração de 2,4 milhões estimada pelos analistas. Clique aqui para começar a investir com quem entende A taxa de utilização da capacidade das refinarias norte-americanas recuou de 90,9% para 90,5% no período, movimento mais moderado do que o esperado pelo mercado, que projetava uma queda para 89,9%. O dado indica manutenção de um nível elevado de atividade no setor de refino, mesmo diante da redução nos estoques. No centro de distribuição de Cushing, em Oklahoma (referência para os contratos do petróleo WTI) os estoques diminuíram em 743 mil barris, totalizando 24,042 milhões de barris. A produção média diária de petróleo nos Estados Unidos também apresentou recuo, ficando em 13,215 milhões de barris na semana analisada. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!

Núcleo do PPI dos EUA fica estável em novembro e inflação ao produtor acelera no acumulado anual

O núcleo do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos permaneceu estável em novembro na comparação mensal, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho norte-americano. Apesar da variação zero frente a outubro, o indicador, que exclui itens mais voláteis, mostrou aceleração no acumulado de 12 meses, com alta de 3,0%, acima do ritmo observado na leitura anterior. Na última divulgação disponível, referente a setembro, o núcleo do PPI havia avançado 0,1% no mês e 2,6% em base anual. Os dados de outubro não foram apresentados à época devido ao shutdown do governo dos EUA, o que levou o Escritório de Estatísticas do Trabalho (BLS) a concentrar as informações na divulgação de novembro. Clique aqui para começar a investir com quem entende O índice cheio de preços ao produtor também apresentou avanço no período. Em novembro, o PPI subiu 0,2% na comparação mensal, já considerando ajustes sazonais, e acumulou alta de 3,0% em 12 meses. No relatório anterior, o indicador havia registrado crescimento mensal de 0,3% e avanço anual de 2,7%, indicando uma leve aceleração das pressões inflacionárias ao longo do fim do ano. A leitura do PPI é acompanhada de perto pelos mercados por antecipar tendências de inflação ao consumidor e influenciar as expectativas em relação à política monetária do Federal Reserve. A estabilidade mensal do núcleo sugere algum alívio pontual, mas a aceleração anual mantém o alerta sobre a persistência dos custos ao longo da cadeia produtiva. No mercado financeiro, o dia foi marcado por desempenho positivo dos ativos domésticos, com o Ibovespa avançando mais de 1%, apoiado pela alta de ações ligadas a commodities, como Vale e Petrobras, além do fortalecimento do bitcoin no cenário internacional. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!