A Petrobras (PETR3; PETR4) registrou lucro líquido de US$ 6,02 bilhões no terceiro trimestre de 2025, avanço de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada por recordes de produção e controle de despesas. A companhia ainda anunciou a distribuição de R$ 12,2 bilhões em dividendos, equivalente a R$ 0,94 por ação.
A receita líquida totalizou US$ 23,5 bilhões entre julho e setembro, ligeiramente acima dos US$ 23,4 bilhões de um ano antes, mesmo com a queda de 13,9% nos preços do petróleo Brent, que teve média de US$ 69,07 por barril. Segundo a estatal, o impacto negativo das cotações foi compensado pela elevação da produção de óleo para 2,52 milhões de barris por dia (crescimento de 18,4% na comparação anual) e pelo avanço de plataformas como a Almirante Tamandaré, que atingiu 225 mil barris diários em agosto, superando metas antes do previsto.

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O Ebitda ajustado alcançou US$ 11,7 bilhões, alta de 2,2% em base anual, beneficiado também pela valorização de 2% do Brent e pela redução de despesas operacionais. Já o fluxo de caixa operacional recuou 12,8%, para US$ 9,85 bilhões, enquanto o caixa livre caiu 27,6%, totalizando US$ 4,96 bilhões no período.
Os investimentos da companhia somaram US$ 5,5 bilhões no trimestre, alta de 24,3% ante o segundo trimestre e de 28,6% em relação ao mesmo período de 2024, com destaque para o segmento de Exploração e Produção, que recebeu US$ 4,7 bilhões. Em setembro, o caixa consolidado da petroleira era de US$ 9 bilhões, com disponibilidades ajustadas de US$ 11,7 bilhões.




