XP encerra 2025 com lucro recorde de R$ 5,2 bilhões e amplia ativos para R$ 2,08 trilhões

Resultado anual cresce 15%, banco de atacado acelera e grupo promove mudança na estrutura de controle.
IRB(Re) registra lucro de R$ 143 milhões no quarto trimestre, alta de 27%

O IRB(Re) (IRBR3) encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 143 milhões, avanço de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira. O desempenho veio praticamente em linha com as estimativas do mercado, embora levemente abaixo da média projetada por analistas consultados pela base da LSEG, que apontava lucro de R$ 145,8 milhões para o período. Apesar do crescimento no resultado final, o volume de prêmios emitidos somou R$ 1,3 bilhão entre outubro e dezembro, recuo de 16,4% na comparação anual. A retração indica um ritmo mais moderado na originação de negócios, mesmo diante da melhora da rentabilidade. O desempenho trimestral reforça o processo de reequilíbrio operacional da companhia, que busca consolidar ganhos de eficiência e previsibilidade após anos de forte volatilidade. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Itaú lucra R$ 12,3 bilhões no 4º trimestre e encerra 2025 com ROE no maior nível em uma década

Resultado em linha com as expectativas reforça solidez do banco, com avanço da margem financeira, crescimento do crédito e controle da inadimplência.
XP Inc. registra lucro recorde de R$ 1,33 bilhão no 3º trimestre e fortalece liderança no mercado financeiro

Empresa avança em receitas, amplia base de clientes e reforça modelo de negócios com crescimento robusto no varejo e no atacado.
Eztec registra melhor trimestre em oito anos e lucro cresce 38,4% impulsionado por margens mais fortes

Construtora eleva rentabilidade com economia de obras e forte ritmo de vendas, apesar de queda nos lançamentos; empresa ainda anuncia R$ 220 milhões em dividendos
IRB Re vê lucro cair 15% no terceiro trimestre, mas sustenta melhora na sinistralidade e disciplina de subscrição

O IRB Re encerrou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 99 milhões, queda de 15% em relação ao mesmo período de 2024, quando o resultado havia sido impulsionado por um ganho não recorrente de R$ 33,4 milhões decorrente da venda de um terreno no Rio de Janeiro. Mesmo com a base comparativa mais desafiadora, a companhia destacou que segue ampliando a consistência dos seus indicadores operacionais. O resultado financeiro e patrimonial somou R$ 186 milhões, recuo de 5,3% na comparação anual, enquanto o resultado de subscrição atingiu R$ 116 milhões, leve queda de 2% sobre o ano anterior. Os prêmios emitidos totalizaram R$ 1,927 bilhão, retração de 11% em doze meses, movimento que reflete a estratégia de maior seletividade na carteira. Já os prêmios retidos recuaram 16,7%, para R$ 866,1 milhões, acompanhando o aumento do índice de retrocessão, que avançou 3,1 pontos, chegando a 55,1%. Clique aqui para começar a investir com quem entende A sinistralidade continuou em trajetória de melhora, caindo 6,7 pontos porcentuais e chegando a 61,2%. Segundo o CEO Marcos Falcão, os resultados reforçam a resiliência da operação. “Nosso negócio de subscrição continua forte e rentável. Obtivemos praticamente o mesmo resultado do ano passado com sinistralidade mais baixa, comprovando que ainda temos espaço para ampliar margem”, afirmou. Ele destacou ainda que o desafio permanece em crescer com disciplina. Ao final do trimestre, o IRB registrou suficiência de R$ 1,5 bilhão no patrimônio líquido ajustado em relação ao capital mínimo requerido, avanço expressivo frente aos R$ 892 milhões de um ano antes. Com isso, o patrimônio ajustado equivalia a 251% do mínimo regulatório, fortalecendo a posição de solvência do ressegurador. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Cemig vê lucro despencar 75,7% no 3º trimestre, pressionada por menor demanda e perda de margem

Apesar de aumento na receita líquida, companhia mineira registrou forte queda no lucro e no Ebitda ajustado, ficando abaixo das projeções do mercado.
Qualicorp aumenta lucro, mas vê queda em receita e encolhimento da carteira no 3º trimestre

Operadora elevou o lucro ajustado para R$ 19,7 milhões, porém registrou retração no Ebitda, redução no número de vidas e queda na receita líquida.
Azul tem prejuízo bilionário no 3º trimestre, apesar de receita recorde e forte geração operacional

Companhia aérea ampliou perdas devido ao aumento de despesas, maiores custos jurídicos e impacto financeiro, mesmo com Ebitda histórico de R$ 1,99 bilhão.
Vamos registra queda de 72,7% no lucro, mas mantém crescimento de receita no terceiro trimestre

Companhia de locação e venda de veículos pesados teve lucro de R$ 50,4 milhões e receita recorde de R$ 1,53 bilhão, impulsionada pela expansão da frota e aumento de custos operacionais.
Taesa registra alta de 5,2% no lucro e mantém alavancagem estável no terceiro trimestre

Transmissora de energia reporta lucro de R$ 323,3 milhões e avanço de 12,6% no Ebitda, sustentada pelo crescimento da receita e gestão eficiente da dívida.
Energisa tem queda no lucro, mas registra forte avanço no Ebitda e estabilidade na alavancagem

A Energisa (ENGI11) reportou lucro líquido consolidado de R$ 648,4 milhões no terceiro trimestre de 2025, recuo de 10,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ao considerar o lucro ajustado recorrente, o resultado foi de R$ 427,6 milhões, queda de 13,6% na comparação anual. Apesar da retração no lucro, o desempenho operacional da companhia mostrou vigor. O Ebitda ajustado recorrente avançou 16,9% e somou R$ 2,07 bilhões, refletindo ganhos de eficiência e maior rentabilidade em suas operações. Pelo critério de covenants, que inclui receitas de acréscimos moratórios, o Ebitda atingiu R$ 2,3 bilhões, também com crescimento de 16% frente ao terceiro trimestre de 2024. Clique aqui para começar a investir com quem entende A receita operacional líquida ajustada totalizou R$ 7,63 bilhões, alta de 9% no mesmo intervalo de comparação. O aumento da base de clientes e a expansão das atividades de distribuição e transmissão contribuíram para o resultado positivo nas receitas. A dívida líquida da Energisa, porém, subiu 23,2% em doze meses, alcançando R$ 29,2 bilhões, ante R$ 27,6 bilhões no trimestre anterior. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado de 12 meses, permaneceu em 3,2 vezes, estável frente ao segundo trimestre, mas 0,4 vez acima do nível de um ano antes. Já os investimentos da empresa somaram R$ 1,82 bilhão no período, ligeira queda de 0,4% em relação ao terceiro trimestre de 2024. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!