Inflação desacelera em junho e reforça expectativa de corte da Selic em agosto

IPCA sobe apenas 0,16%, menor variação mensal em oito meses, impulsionado pela queda dos preços dos alimentos e pela desaceleração da energia elétrica.
Prévia da inflação desacelera em junho, mas pressão sobre alimentos e energia mantém índice elevado

IPCA-15 sobe 0,41% no mês e acumula alta de 4,80% em 12 meses, com destaque para energia elétrica, alimentos e passagens aéreas.
Banco Central cortou Selic para 14,25%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) acaba de divulgar o resultado de sua última reunião sobre a taxa básica de juros, a famosa Taxa Selic. Na decisão de hoje, o comitê cortou a Selic para 14,25% ao ano. Já era esperado pelo mercado que o Copom corta-se a Selic. No último mês, a inflação subiu 0,58% e agora acumula alta de 4,72% nos últimos 12 meses. Mas como isso, de fato, afeta o seu dia a dia e os seus investimentos? Clique aqui para começar a investir com quem entende A Taxa Selic nada mais é do que a base, a referência, em que a grande parte das operações bancárias e financeiras acontecem, dado que elas se balizam no CDI, que é uma taxa muito próxima à Selic. Quando a Taxa Selic começa a cair, o custo do crédito tende a diminuir, o que pode reduzir os juros em empréstimos e financiamentos ao longo do tempo. Isso pode facilitar o acesso ao crédito, mas ainda exige cautela, já que os juros seguem em patamar elevado e o impacto da queda não é imediato no dia a dia. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Varejo brasileiro recua em abril após sequência de resultados positivos

Queda nas vendas de combustíveis e bens de consumo não essenciais interrompe trajetória de alta do comércio.
IPCA desacelera em maio, mas inflação acumulada em 12 meses sobe para 4,72%

Alta dos alimentos e da energia elétrica manteve pressão sobre os preços, mesmo com queda dos combustíveis no período.
IPCA-15 desacelera em maio, mas inflação anual segue acima das expectativas do mercado

Queda nos combustíveis ajudou a aliviar o índice, enquanto alimentos continuam pressionando o bolso do consumidor.
IPC-S desacelera em maio, mas inflação segue pressionada por alimentação e habitação

Índice sobe 0,65% na terceira quadrissemana do mês e acumula alta de 4,16% em 12 meses, com pressão concentrada em alimentos, moradia e despesas diversas.
IPCA-15 desacelera em abril, mas alimentos e combustíveis mantêm pressão inflacionária

Prévia da inflação fica abaixo das expectativas, com destaque para alta de alimentos e gasolina.
IGP-10 dispara em abril com choque de commodities e pressões da guerra no Oriente Médio

Avanço de quase 3% reflete alta expressiva no atacado, combustíveis e custos da construção.
Inflação medida pelo IPC-S avança 0,04% na primeira quadrissemana de março

Alta foi puxada principalmente por alimentação e despesas diversas; índice acumula avanço de 2,81% em 12 meses.
IPC-S avança 0,45% na segunda quadrissemana de fevereiro e acumula alta de 3,84% em 12 meses

Desaceleração em Transportes e Alimentação modera índice, mas Habitação e Vestuário ganham força.
IPCA repete alta de 0,33% em janeiro, com gasolina pressionando e energia elétrica aliviando inflação

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,33% em janeiro, repetindo o resultado observado em dezembro de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses passou a 4,44%. No mesmo mês do ano passado, o índice havia avançado 0,16%. O comportamento dos preços foi marcado por forças opostas, com a alta da gasolina pressionando o indicador, enquanto a queda da energia elétrica residencial ajudou a conter o avanço da inflação. Entre os grupos de despesas, Transportes foi o principal responsável pelo impacto no índice do mês, com variação de 0,60% e contribuição de 0,12 ponto percentual. O resultado refletiu principalmente o aumento de 2,14% nos combustíveis, com destaque para a gasolina, que subiu 2,06% após o reajuste do ICMS a partir de 1º de janeiro. Etanol, óleo diesel e gás veicular também apresentaram elevação de preços. Além disso, reajustes nas tarifas de ônibus urbano em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza contribuíram para a pressão no grupo, apesar das quedas expressivas nos preços do transporte por aplicativo e das passagens aéreas. Na direção contrária, o grupo Habitação recuou 0,11% em janeiro, exercendo o maior impacto negativo sobre o IPCA. A queda foi puxada pela redução de 2,73% na energia elétrica residencial, explicada pela mudança da bandeira tarifária amarela, vigente em dezembro, para a bandeira verde em janeiro, sem cobrança adicional. O Vestuário também apresentou deflação no período, com recuo de 0,25% nos preços. Clique aqui para começar a investir com quem entende A maior alta entre os grupos foi registrada em Comunicação, que avançou 0,82%, impulsionada pelo encarecimento de aparelhos telefônicos e reajustes em planos de serviços de TV por assinatura e combos de telefonia e internet. Já Saúde e cuidados pessoais subiu 0,70%, refletindo aumentos nos artigos de higiene pessoal e nos planos de saúde. O grupo Alimentação e bebidas, de maior peso no IPCA, mostrou desaceleração, com alta de 0,23% em janeiro, ante 0,27% em dezembro. A alimentação no domicílio avançou apenas 0,10%, influenciada pelas quedas do leite longa vida e do ovo de galinha, enquanto altas expressivas do tomate e das carnes limitaram uma desaceleração maior. A alimentação fora do domicílio também perdeu força, com variação de 0,55%. No recorte regional, Rio Branco (AC) apresentou a maior variação do IPCA em janeiro, com alta de 0,81%, pressionada pelos preços da energia elétrica e de itens de higiene pessoal. Já Belém (PA) registrou a menor inflação do mês, com avanço de 0,16%, beneficiada pela queda na conta de luz e nas passagens aéreas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reflete a inflação para famílias de menor renda, teve alta de 0,39% em janeiro, acima dos 0,21% registrados em dezembro. No acumulado de 12 meses, o INPC chegou a 4,30%, mostrando aceleração frente ao período anterior. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!