IPC-S cai 0,39% na segunda quadrissemana de agosto e acumula alta de 3,91% em 12 meses

Queda foi puxada principalmente pelo grupo Habitação, enquanto cinco classes de despesas apresentaram aceleração no período.
IPC-S recua 0,05% na primeira quadrissemana de agosto, mas acumula alta de 4,27% em 12 meses

Alimentação foi o principal destaque da leitura, enquanto quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram aceleração nos preços.
IPC-S encerra julho em queda e reforça sinais de desaceleração da inflação

Recuo nos preços de comunicação, transportes e alimentação levou o índice a registrar deflação de 0,08% na quarta quadrissemana de julho.
Prévia da inflação surpreende para baixo e reforça expectativa de novos cortes na Selic

IPCA-15 sobe apenas 0,06% em julho, abaixo das projeções do mercado, com desaceleração disseminada dos preços e alívio no grupo de alimentação.
Monitor do PIB-FGV indica crescimento de 0,7% da economia brasileira em maio

Avanço foi impulsionado pelo consumo das famílias, enquanto investimentos e exportações deram sinais de perda de ritmo, aponta levantamento da FGV.
IBC-Br avança em maio e surpreende mercado, apesar de sinais de desaceleração da economia

Indicador do Banco Central supera expectativas com alta de 0,1%, mas desempenho mais fraco da agropecuária e atividade moderada reforçam perspectiva de crescimento mais lento nos próximos meses.
IPC-S desacelera para 0,20% na segunda quadrissemana de julho com queda nos preços dos alimentos

Recuo do grupo Alimentação contribui para reduzir o ritmo da inflação, enquanto Comunicação e Educação registram aceleração no período.
Inflação desacelera em junho e reforça expectativa de corte da Selic em agosto

IPCA sobe apenas 0,16%, menor variação mensal em oito meses, impulsionado pela queda dos preços dos alimentos e pela desaceleração da energia elétrica.
Prévia da inflação desacelera em junho, mas pressão sobre alimentos e energia mantém índice elevado

IPCA-15 sobe 0,41% no mês e acumula alta de 4,80% em 12 meses, com destaque para energia elétrica, alimentos e passagens aéreas.
Banco Central cortou Selic para 14,25%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) acaba de divulgar o resultado de sua última reunião sobre a taxa básica de juros, a famosa Taxa Selic. Na decisão de hoje, o comitê cortou a Selic para 14,25% ao ano. Já era esperado pelo mercado que o Copom corta-se a Selic. No último mês, a inflação subiu 0,58% e agora acumula alta de 4,72% nos últimos 12 meses. Mas como isso, de fato, afeta o seu dia a dia e os seus investimentos? Clique aqui para começar a investir com quem entende A Taxa Selic nada mais é do que a base, a referência, em que a grande parte das operações bancárias e financeiras acontecem, dado que elas se balizam no CDI, que é uma taxa muito próxima à Selic. Quando a Taxa Selic começa a cair, o custo do crédito tende a diminuir, o que pode reduzir os juros em empréstimos e financiamentos ao longo do tempo. Isso pode facilitar o acesso ao crédito, mas ainda exige cautela, já que os juros seguem em patamar elevado e o impacto da queda não é imediato no dia a dia. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Varejo brasileiro recua em abril após sequência de resultados positivos

Queda nas vendas de combustíveis e bens de consumo não essenciais interrompe trajetória de alta do comércio.
IPCA desacelera em maio, mas inflação acumulada em 12 meses sobe para 4,72%

Alta dos alimentos e da energia elétrica manteve pressão sobre os preços, mesmo com queda dos combustíveis no período.