IPC-S sobe 0,46% na segunda quadrissemana de outubro e acumula alta de 4,29% em 12 meses

Aceleração de Transportes, Educação e Vestuário contribuiu para o resultado, enquanto cinco grupos registraram desaceleração no período.
IGP-10 acelera 1,47% em setembro com pressão de preços no atacado e no varejo

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) acelerou para 1,47% em setembro, após registrar deflação de 0,51% em agosto, segundo dados divulgados pela FGV. Com o resultado, o indicador acumula alta de 2,97% no ano e de 3,29% em 12 meses. Em setembro de 2025, o índice havia avançado 0,21% e acumulava alta de 2,88% em 12 meses. A principal pressão veio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que subiu 1,90% no mês, após queda de 0,69% em agosto. O movimento foi especialmente intenso nas matérias-primas brutas, cuja variação passou de 0,23% para 3,91%. Segundo Matheus Dias, economista do FGV IBRE, o comportamento dos preços agropecuários refletiu, em parte, o aumento das incertezas climáticas associadas ao fortalecimento do El Niño e a antecipação de compras de empresas consumidoras de grãos. Os preços das commodities da indústria extrativa também apresentaram volatilidade, em meio aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Entre os demais estágios de processamento, os bens finais passaram de queda de 0,62% em agosto para alta de 0,56% em setembro, enquanto os bens intermediários avançaram 0,47%, após recuarem 1,98% no mês anterior. Clique aqui para começar a investir com quem entende No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,44%, revertendo a queda de 0,47% registrada em agosto. Habitação foi um dos principais destaques, passando de -1,10% para 1,68%, influenciada pela alta de 7% na tarifa de energia elétrica residencial com o fim do efeito do bônus de Itaipu. O reajuste nacional da tabela de cigarros também pressionou o indicador, com alta de 16,47% no subitem. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,50% em setembro, desacelerando em relação à alta de 0,65% em agosto. O grupo Materiais e Equipamentos acelerou de 0,20% para 0,30%, enquanto Serviços desacelerou de 0,34% para 0,18% e Mão de Obra passou de 1,25% para 0,80%. Outro ponto de atenção está nos condutores elétricos, que acumulam alta de 23% em 12 meses. De acordo com o FGV IBRE, o movimento acompanha a valorização do cobre, principal matéria-prima do produto, em um cenário de restrições à expansão da oferta global e aumento da demanda relacionado à eletrificação, à expansão das redes elétricas e aos investimentos em infraestrutura para centros de dados e inteligência artificial. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
IGP-DI sobe 0,06% em agosto após queda de 0,86% em julho

Índice acumula alta de 2,19% no ano e de 2,63% em 12 meses, com pressão dos preços agropecuários compensada por quedas no varejo e na indústria.
PIB cresce 0,5% no 2º trimestre, mas setores sensíveis aos juros perdem força

Expansão veio acima das expectativas, mas retração do consumo das famílias e perda de dinamismo da indústria e da construção reforçam sinais de desaceleração da economia brasileira.
IPC-S cai 0,39% na segunda quadrissemana de agosto e acumula alta de 3,91% em 12 meses

Queda foi puxada principalmente pelo grupo Habitação, enquanto cinco classes de despesas apresentaram aceleração no período.
IPC-S recua 0,05% na primeira quadrissemana de agosto, mas acumula alta de 4,27% em 12 meses

Alimentação foi o principal destaque da leitura, enquanto quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram aceleração nos preços.
IPC-S encerra julho em queda e reforça sinais de desaceleração da inflação

Recuo nos preços de comunicação, transportes e alimentação levou o índice a registrar deflação de 0,08% na quarta quadrissemana de julho.
Prévia da inflação surpreende para baixo e reforça expectativa de novos cortes na Selic

IPCA-15 sobe apenas 0,06% em julho, abaixo das projeções do mercado, com desaceleração disseminada dos preços e alívio no grupo de alimentação.
Monitor do PIB-FGV indica crescimento de 0,7% da economia brasileira em maio

Avanço foi impulsionado pelo consumo das famílias, enquanto investimentos e exportações deram sinais de perda de ritmo, aponta levantamento da FGV.
IBC-Br avança em maio e surpreende mercado, apesar de sinais de desaceleração da economia

Indicador do Banco Central supera expectativas com alta de 0,1%, mas desempenho mais fraco da agropecuária e atividade moderada reforçam perspectiva de crescimento mais lento nos próximos meses.
IPC-S desacelera para 0,20% na segunda quadrissemana de julho com queda nos preços dos alimentos

Recuo do grupo Alimentação contribui para reduzir o ritmo da inflação, enquanto Comunicação e Educação registram aceleração no período.
Inflação desacelera em junho e reforça expectativa de corte da Selic em agosto

IPCA sobe apenas 0,16%, menor variação mensal em oito meses, impulsionado pela queda dos preços dos alimentos e pela desaceleração da energia elétrica.