Inflação desacelera e IPCA tem menor alta para outubro desde 1998

Queda no preço da energia elétrica e estabilidade nos alimentos reduziram o ritmo da inflação, que subiu apenas 0,09% em outubro, acumulando 4,68% em 12 meses.
IGP-M recua 0,36% em outubro com alívio nos preços agropecuários e energia elétrica

Queda nas matérias-primas brutas e redução das tarifas de energia residencial impulsionam deflação do índice; no acumulado de 12 meses, alta é de 0,92%.
IPC-S desacelera na terceira quadrissemana de outubro e sobe 0,19%

Habitação puxa alívio no indicador, mas alta em Vestuário e Despesas Diversas limita recuo da inflação.
Inflação volta a subir em setembro e é puxada pela energia elétrica, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,48% em setembro, revertendo a deflação de 0,11% observada em agosto, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo IBGE. No acumulado de 12 meses, a inflação atingiu 5,17%, levemente abaixo das projeções do mercado, que esperavam avanço de 5,22%. A principal influência sobre o índice veio da energia elétrica residencial, que disparou 10,31% e sozinha contribuiu com 0,41 ponto percentual no IPCA. A alta refletiu o fim do Bônus de Itaipu (que havia reduzido as contas em agosto) e a continuidade da bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. Com isso, o grupo Habitação teve alta de 2,97%, o maior avanço para meses de setembro desde 1995. Clique aqui para começar a investir com quem entende Entre os demais grupos, destaque para Despesas pessoais, que subiu 0,51%, impulsionada por pacotes turísticos e lazer, enquanto Transportes teve variação praticamente estável (0,01%), com leve alta dos combustíveis. Já Alimentação e bebidas apresentou queda de 0,26%, a quarta consecutiva, influenciada pelas fortes reduções nos preços de tomate, cebola e arroz. Nos serviços, houve desaceleração de 0,39% para 0,13%, enquanto os preços monitorados, como energia e gasolina, avançaram 1,87%. Regionalmente, São Luís liderou as altas, com 1,02%, e Salvador teve a menor variação, de 0,17%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação das famílias de menor renda, também subiu 0,52% em setembro, acumulando 5,10% em 12 meses. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Inflação medida pelo IPC-S acelera para 0,65% em setembro

Habitação e Educação puxam avanço do índice, que acumula alta de 3,78% em 12 meses.
Prévia da inflação avança 0,48% em setembro, puxada pela alta da energia elétrica

IPCA-15 acumula 3,76% no ano e 5,32% em 12 meses; Habitação foi o grupo de maior impacto, com destaque para o fim do bônus de Itaipu e bandeira tarifária vermelha.
PIB recua 0,6% em julho, aponta FGV, mas cresce 1,7% em relação a 2024

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Conta de luz foi o principal impacto do mês e já acumula alta de mais de 10% no ano; alimentos no domicílio ajudaram a conter avanço do índice.