O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 1,5% em termos anualizados no segundo trimestre de 2026, segundo a segunda estimativa divulgada nesta quarta-feira (26) pelo Bureau de Análise Econômica do Departamento de Comércio. O resultado ficou em linha com a primeira leitura apresentada em julho.
A expansão representa uma desaceleração da economia americana, influenciada principalmente pelo aumento do déficit comercial no período. Apesar do impacto negativo das transações externas, outros componentes da atividade mostraram maior resiliência e ajudaram a sustentar o crescimento.

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Entre os destaques esteve o consumo das famílias, que ganhou força no segundo trimestre. O comportamento dos consumidores indica que a demanda doméstica permanece firme, mesmo diante de um ambiente de juros ainda elevados e de incertezas sobre a trajetória da economia.
Os investimentos empresariais também contribuíram para a sustentação da atividade, especialmente os gastos com equipamentos relacionados à expansão da infraestrutura de inteligência artificial. O avanço desses investimentos reforça o papel da tecnologia como um dos principais vetores do crescimento econômico americano.
Embora o ritmo de expansão tenha perdido força, os dados apontam para uma economia que ainda apresenta sustentação em sua demanda interna. A combinação entre consumo resiliente e investimentos robustos ajuda a explicar por que a atividade continua crescendo apesar dos efeitos negativos do comércio exterior.





