EUA criam 29 mil vagas em setembro, bem abaixo das expectativas

Mercado de trabalho americano perdeu força no mês, enquanto desemprego subiu para 4,2% e salários avançaram menos que o esperado.
PIB dos EUA cresce 2,2% no segundo trimestre, acima da estimativa anterior

A revisão do Departamento de Comércio elevou a expansão de 1,5% para 2,2%, impulsionada pelo consumo das famílias e pelos investimentos empresariais em inteligência artificial.
PCE dos EUA reduz pressão por alta de juros em outubro, mas inflação segue resistente

Revisões metodológicas reduziram a inflação acumulada, enquanto investidores passaram a precificar maior chance de manutenção dos juros pelo Fed na próxima reunião.
Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para 197 mil e ficam abaixo do esperado

Solicitações recuaram 1 mil na semana, enquanto pedidos continuados também ficaram abaixo das projeções.
Estoques de petróleo dos EUA sobem quase 3 milhões de barris e surpreendem mercado

Dados do Departamento de Energia mostram avanço dos estoques de petróleo, enquanto gasolina e destilados registraram queda na semana.
Fed eleva juros dos EUA pela primeira vez desde 2023 e sinaliza nova alta

O Federal Reserve (Fed) elevou nesta quarta-feira (16) a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4%. A decisão foi unânime e representa a primeira alta dos juros americanos desde 2023. O movimento ocorre em meio à preocupação das autoridades com a persistência das pressões inflacionárias e com a possibilidade de que a desaceleração dos preços perca força. As novas projeções do banco central apontam para a possibilidade de mais uma elevação ainda este ano. Das 18 autoridades que participam das projeções, 16 indicaram expectativa de pelo menos mais uma alta de 0,25 ponto percentual até o fim de 2026, enquanto duas projetaram manutenção dos juros no nível atual. O cenário traçado pelo Fed prevê a taxa entre 4% e 4,25% ao final deste ano, permanecendo nessa faixa até o encerramento de 2027. A mudança ocorre sob a presidência de Kevin Warsh, que assumiu o comando do Fed no fim de maio. O novo comunicado reforçou o compromisso da instituição com a convergência da inflação para a meta de 2% e retirou a referência anterior de que parte da inflação elevada estaria relacionada a choques temporários de oferta, sinalizando uma avaliação mais abrangente sobre as pressões de preços. Clique aqui para começar a investir com quem entende As projeções econômicas também foram revisadas. A estimativa para a inflação medida pelo índice de preços de gastos de consumo pessoal (PCE) subiu de 3,6% para 3,7%, enquanto o retorno à meta de 2% passou a ser esperado apenas para 2029, um ano depois da previsão anterior. Para o crescimento econômico, a projeção de 2026 avançou de 2,2% para 2,3%, enquanto a estimativa para a taxa de desemprego no fim do ano caiu de 4,3% para 4,1%. A decisão ocorre em um contexto de atenção dos mercados aos próximos passos da política monetária americana. Embora a alta já fosse amplamente esperada, a sinalização de novas elevações pode influenciar os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, as condições de crédito e a precificação de ativos globais. A ausência de uma orientação explícita sobre as próximas reuniões mantém os dados de inflação e atividade como elementos centrais para as decisões futuras. Na avaliação de Gustavo Rostelato, economista da Armor Capital, a comunicação de Warsh reforçou a preocupação com a persistência da inflação, ao mesmo tempo em que destacou a estabilidade do mercado de trabalho e a força da atividade econômica. Para o economista, o cenário aponta para uma nova alta de 0,25 ponto percentual em dezembro, seguida pela retomada dos cortes somente em 2028. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
CPI dos EUA sobe 0,4% em agosto, enquanto núcleo supera expectativas

Inflação ao consumidor avançou em linha com as projeções, mas medida que exclui alimentos e energia registrou alta mensal maior do que a esperada.
PPI dos EUA sobe 0,4% em agosto e confirma pressão sobre preços ao produtor

Índice avançou em linha com as expectativas do mercado e acumula alta de 5,4% em 12 meses, mantendo a inflação no radar do Federal Reserve.
Payroll dos EUA surpreende e cria 162 mil vagas em agosto

Resultado ficou muito acima das expectativas, enquanto desemprego permaneceu em 4,1% e salários mantiveram ritmo de alta moderado
Núcleo do PCE sobe 0,2% em julho e mantém inflação dos EUA acima da meta do Fed

O núcleo do índice de preços para gastos de consumo pessoal (PCE) dos Estados Unidos, que exclui os preços de alimentos e energia, subiu 0,2% em julho, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Departamento de Comércio. O resultado ficou em linha com as expectativas dos economistas consultados pela LSEG. Em 12 meses, o núcleo acumulou alta de 3,3%, também dentro das projeções. Considerado o principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve, o PCE cheio avançou 0,2% em julho, acima da expectativa de 0,1%. Em 12 meses, a alta chegou a 3,7%, permanecendo significativamente acima da meta de 2% perseguida pelo banco central americano. Os gastos dos consumidores também cresceram 0,2% no mês, sinalizando que a demanda doméstica continua resiliente. A trajetória da inflação ganhou força ao longo do ano após os impactos provocados pela alta dos preços de energia. O PCE chegou a atingir 4,1% em maio, maior nível em três anos, em meio às consequências do conflito envolvendo Irã e Israel sobre o mercado global de petróleo. Desde então, a inflação e as cotações da commodity recuaram, contribuindo para uma desaceleração nos últimos meses. Apesar da melhora recente, a inflação ainda permanece acima do objetivo do Fed e apresenta resistência para retornar à meta. O cenário mantém dividido o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), com parte dos dirigentes defendendo maior cautela na condução dos juros e outros avaliando que uma política monetária mais restritiva ainda pode ser necessária. O Fed manteve a taxa básica de juros entre 3,50% e 3,75% na reunião de julho, e os dados de inflação serão determinantes para definir os próximos passos da política monetária. A persistência dos preços, especialmente diante dos efeitos das tarifas de importação e das oscilações da energia, continua sendo um dos principais desafios para a autoridade monetária. No mesmo dia, o Departamento de Comércio manteve em 1,5% a estimativa de crescimento anualizado do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre. O resultado reforça o quadro de uma economia que segue crescendo, mas em ritmo mais moderado, enquanto o Fed busca equilibrar o controle da inflação com a sustentação da atividade econômica. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
PIB dos EUA cresce 1,5% no 2º trimestre, mas desaceleração expõe impacto do déficit comercial

Segunda estimativa do governo mantém resultado divulgado na leitura preliminar, enquanto consumo e investimentos em inteligência artificial sustentam a atividade econômica.
Ata do Fed revela divisão maior sobre juros e mantém corte em setembro em aberto

Documento mostra que vários dirigentes chegaram a defender uma alta dos juros em julho, enquanto preocupações com inflação, tarifas, energia e guerra no Oriente Médio permanecem no radar.