JSL (JSLG3) tem lucro pressionado por efeito contábil, mas mantém geração de caixa e expectativa de melhora ao longo do ano

A JSL (JSLG3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 6,5 milhões no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 85% na comparação anual, refletindo principalmente um efeito contábil extraordinário. O resultado foi impactado por um reprovisionamento de R$ 203,4 milhões, decorrente de uma mudança de entendimento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre contribuições ao Sistema S. Segundo a companhia, o ajuste levou a um impacto de R$ 167 milhões no EBIT e no EBITDA, além de R$ 134 milhões no lucro líquido, considerando a normalização dos números. Apesar disso, o desembolso ainda não tem prazo definido, uma vez que o processo não transitou em julgado. Além do efeito pontual, a empresa destacou que o primeiro trimestre costuma ser sazonalmente mais fraco para o setor, o que, combinado com o nível elevado de juros, pressiona os resultados. Ainda assim, a administração projeta uma retomada gradual do crescimento a partir do segundo trimestre, em linha com o padrão histórico da companhia. Clique aqui para começar a investir com quem entende No operacional, a JSL apresentou geração de caixa de R$ 258 milhões no período, contribuindo para a redução da dívida líquida e bruta. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA, encerrou o trimestre em 2,78 vezes, com perspectiva de queda ao longo do ano. O ambiente externo também trouxe desafios adicionais. A volatilidade nos preços dos combustíveis, intensificada pelas tensões no Oriente Médio, elevou custos diretos e impactou o preço do frete, especialmente nas operações com terceiros. Segundo a companhia, oscilações abruptas no diesel chegaram a gerar variações de até 25% em curtos períodos, exigindo maior capacidade de gestão e repasse de custos. Por outro lado, esse cenário também ampliou a demanda por grandes operadores logísticos, capazes de absorver volatilidade e garantir a continuidade das operações de seus clientes. Nesse contexto, a JSL observou aumento na procura por seus serviços. Entre os destaques operacionais, a Intralog, subsidiária da companhia, avançou 11% na comparação anual e ampliou margens, além de conquistar novos contratos. Já a divisão digital registrou crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a estratégia de diversificação e ganho de eficiência. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!

PRIO registra salto no lucro e reforça eficiência operacional no 1º trimestre de 2026

A PRIO (PRIO3) apresentou resultados robustos no primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido de US$ 460 milhões, alta de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi sustentado pela combinação de crescimento operacional, aumento de produção e maior eficiência de custos. O Ebitda da companhia avançou 91% na comparação anual, alcançando US$ 852 milhões, enquanto a receita líquida somou US$ 1,2 bilhão, crescimento de 67% no período. O avanço reflete não apenas um cenário mais favorável para a produção, mas também ganhos relevantes de produtividade. Um dos principais destaques operacionais foi a redução do lifting cost, que caiu 26,5% frente ao trimestre anterior, para US$ 9,4 por barril. O movimento evidencia a eficiência operacional da companhia e reforça sua estratégia de disciplina de capital. Clique aqui para começar a investir com quem entende O trimestre também foi marcado pelo início da produção no campo de Wahoo, por meio da plataforma FPSO do campo de Frade. O primeiro óleo foi extraído em 18 de março, e, até o momento, três poços já foram conectados. A expectativa é de que o quarto poço entre em operação nos próximos dias, com potencial de atingir uma produção de até 40 mil barris por dia. Com o avanço do projeto, a PRIO conclui seu primeiro desenvolvimento integral conduzido pela companhia, consolidando um novo cluster operacional e fortalecendo sua capacidade de crescimento sustentável no setor de óleo e gás. A combinação entre expansão de produção, redução de custos e execução eficiente dos projetos posiciona a companhia em um patamar mais competitivo, com potencial de geração de valor consistente para os próximos trimestres. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!

Movida entrega lucro recorde no 1º trimestre e projeta continuidade do desempenho ao longo de 2026

A Movida (MOVI3) reportou lucro líquido de R$ 125 milhões no primeiro trimestre de 2026, avanço de 59% em relação ao mesmo período do ano anterior, marcando o melhor desempenho trimestral da companhia nos últimos quatro anos. O resultado veio em linha com o guidance previamente divulgado e reforça a consistência operacional da locadora em meio a um cenário ainda desafiador para o setor. A receita líquida consolidada atingiu R$ 3,78 bilhões, crescimento de 6% na base anual e novo recorde para a empresa. Já o Ebitda somou R$ 1,56 bilhão, com alta de 17,2%, enquanto a margem permaneceu elevada em 70,3%. O desempenho foi impulsionado, principalmente, pelo avanço de quase 18% no volume de diárias e pelo aumento de 7% nos preços, refletindo maior demanda e eficiência na gestão da frota. A alavancagem financeira, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, encerrou o trimestre em 2,65 vezes, o menor nível dos últimos cinco anos. Considerando o aumento de capital em andamento, o indicador cai para 2,54 vezes, evidenciando uma estrutura de capital mais equilibrada. Clique aqui para começar a investir com quem entende Entre os segmentos, o Rent-a-Car apresentou taxa de ocupação de 77%, acima dos 72% registrados um ano antes, permitindo maior geração de receita com a mesma base de ativos. No braço de Gestão e Terceirização de Frotas (GTF), a companhia destacou a previsibilidade de receitas, sustentada por contratos de longo prazo, além da melhora no yield, que passou de 3% para 3,2% em 12 meses. Já no segmento de seminovos, a empresa ressaltou ganhos de eficiência no ciclo de ativos, com melhor gestão entre compra, utilização e venda dos veículos, garantindo maior previsibilidade de resultados.Para o segundo trimestre, tradicionalmente mais fraco para o setor, a Movida projeta lucro entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões, o que representaria crescimento de cerca de 78% na comparação anual. Caso confirmado, o lucro do primeiro semestre pode alcançar R$ 245 milhões, equivalente a 77% de todo o resultado registrado em 2025. Segundo a administração, a combinação entre disciplina operacional, crescimento de demanda e estratégia comercial tem sustentado a evolução consistente dos resultados, reforçando as perspectivas positivas para o restante do ano. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!