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B3 reduz horário de negociação a partir desta segunda com ajuste ao fim do horário de verão no exterior

Mudança encurta pregão do mercado à vista e de opções; nova grade para alguns contratos futuros entra em vigor no fim de março.

Os horários de negociação da B3 passam por nova alteração a partir desta segunda-feira (9), refletindo o fim do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa. Com a mudança, o pregão do mercado à vista e de alguns segmentos da bolsa brasileira passa a operar por um período menor, retomando o padrão anterior adotado antes da ampliação realizada no fim de 2025.

A principal mudança ocorre no mercado à vista e no fracionário, cujo funcionamento passa de 10h às 17h55 para 10h às 16h55. A mesma redução vale para o mercado de opções, que passa a operar das 10h às 16h55. Já os contratos futuros de índice, incluindo os minicontratos do Ibovespa, terão negociação das 9h às 18h25, cinco minutos a menos em relação ao horário anterior.

No mercado a termo, o período de negociação também foi encurtado, passando de 10h às 18h25 para 10h às 17h25. Já os contratos futuros de dólar e os minicontratos de câmbio seguem sem alteração, permanecendo com negociação entre 9h e 18h30.

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A mudança ocorre poucos meses após a ampliação do pregão implementada em novembro de 2025, quando a bolsa estendeu os horários para aproximar o funcionamento do mercado brasileiro ao dos principais centros financeiros internacionais. Com o ajuste atual, a bolsa volta a reduzir o período de negociação para acompanhar o calendário global após o término do horário de verão no hemisfério norte.

Além dessas alterações imediatas, a bolsa também anunciou uma nova grade horária para alguns produtos derivativos a partir de 30 de março. As operações estruturadas de Forward Points com contrato futuro de Míni Dólar Comercial (FRW) passarão a ser negociadas das 9h às 12h05. Já os contratos futuros dos índices europeus DAX e Euro Stoxx 50 terão negociação entre 9h e 12h20.

Segundo a B3, os ajustes buscam manter a sincronização entre o mercado brasileiro e os mercados internacionais, permitindo que investidores acompanhem a dinâmica global de preços com menor defasagem e facilitando estratégias de arbitragem e negociação entre diferentes bolsas.

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