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IPC-S desacelera para 0,25% na segunda quadrissemana de junho, com queda expressiva em alimentos

Inflação medida pelo índice acumula alta de 4,32% em 12 meses; seis dos oito grupos registram decréscimo nas taxas de variação.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de junho de 2025 registrou alta de 0,25%, informou nesta segunda-feira (16) o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). O resultado representa uma desaceleração em relação à primeira quadrissemana, refletindo a perda de força da inflação em diversos grupos de despesa. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice avança 4,32%.

A principal contribuição para o arrefecimento do índice partiu do grupo Alimentação, cuja taxa de variação recuou de 0,31% para 0,04% no período analisado. Entre os itens que influenciaram essa desaceleração estão os preços de hortaliças e legumes, além de proteínas como ovos e carnes, que registraram alívio nos preços ao consumidor.

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Além da alimentação, outros cinco grupos também apresentaram decréscimo nas taxas de variação: Habitação (de 1,04% para 0,78%), Transportes (de 0,19% para -0,07%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,51% para 0,29%), Vestuário (de 0,52% para 0,42%) e Despesas Diversas (de 0,18% para 0,10%).

Por outro lado, dois grupos mostraram aceleração: Educação, Leitura e Recreação inverteu o sinal, passando de -0,25% para uma alta de 0,18%, enquanto Comunicação saiu de -0,19% para uma variação positiva de 0,08%, contribuindo de forma marginal para o resultado geral.

A divulgação confirma o cenário de alívio inflacionário em segmentos relevantes da cesta de consumo das famílias, especialmente em alimentos e transportes, favorecendo a perspectiva de manutenção de uma trajetória controlada para os preços no curto prazo.

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