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Santander Brasil registra lucro de R$ 3,86 bilhões no 1º trimestre, alta de 27,8% em relação a 2024

Banco destaca controle da inadimplência e menor índice de eficiência dos últimos três anos

O Santander Brasil divulgou nesta terça-feira (29) um lucro líquido gerencial de R$ 3,861 bilhões no primeiro trimestre de 2025, resultado 27,8% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior e 0,2% acima do quarto trimestre de 2024. O lucro societário foi de R$ 3,778 bilhões, com avanço anual de 28,7%, impulsionado por crescimento nas receitas e controle de despesas.

A margem financeira bruta somou R$ 15,922 bilhões, alta de 7,7% na comparação anual. No entanto, a margem com mercado caiu 70,9% no ano, totalizando R$ 97 milhões, refletindo menores ganhos com tesouraria. O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROAE) atingiu 17,4%, avanço de 3,3 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo de 2024.

A receita total do banco alcançou R$ 21,058 bilhões no trimestre, representando aumento de 7% sobre os três meses anteriores. Já as receitas com serviços cresceram 5,1% em 12 meses, somando R$ 5,137 bilhões, apesar da queda de 6,9% na comparação trimestral, explicada por menor volume de receitas com cartões e operações de crédito devido à sazonalidade.

Santander Brasil registra lucro de R$ 3,86 bilhões no 1º trimestre, alta de 27,8% em relação a 2024

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As despesas gerais e administrativas subiram 4,4% em um ano, totalizando R$ 6,573 bilhões. A instituição também destacou o menor índice de eficiência em três anos, reforçando sua política de produtividade. “A inadimplência de 90 dias segue controlada e compatível com nosso portfólio desejado e o cenário macroeconômico”, afirmou o banco em comunicado.

A carteira de crédito ampliada chegou a R$ 682 bilhões, com alta de 4,3% na base anual e estabilidade frente ao quarto trimestre. As provisões para devedores duvidosos (PDDs) somaram R$ 6,390 bilhões, avanço de 5,7% em um ano.

Os ativos totais do Santander atingiram R$ 1,234 trilhão em março, com queda de 7,5% na comparação trimestral, mas aumento de 5,6% ante o mesmo período de 2024. O patrimônio líquido somou R$ 90,544 bilhões, com crescimento anual de 4%. Este foi o primeiro balanço divulgado sob as novas regras contábeis da Resolução CMN nº 4.966/21, que alteram os critérios de provisões e custos de originação, impactando a comparabilidade entre trimestres.

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