O IPC-S da primeira quadrissemana de janeiro de 2026 registrou alta de 0,40%, elevando o acumulado em 12 meses para 4,39%. O resultado reflete uma aceleração disseminada em cinco das oito classes que compõem o índice, indicando pressão inflacionária mais consistente no início do ano.
O principal impacto veio do grupo Alimentação, cuja variação avançou de 0,13% no fim de dezembro para 0,48% nesta leitura. O movimento reforça a atenção sobre preços de itens essenciais, que costumam ter peso relevante no orçamento das famílias e influência direta na percepção inflacionária.

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Outros grupos também mostraram aceleração expressiva. Vestuário saltou de 0,27% para 1,20%, enquanto Saúde e Cuidados Pessoais passou de 0,07% para 0,19%. Despesas Diversas e Educação, Leitura e Recreação mantiveram altas moderadas, mas em patamares superiores aos observados na apuração anterior.
Na direção oposta, Habitação desacelerou para 0,14%, Transportes recuou levemente para 0,36% e Comunicação ficou estável, sem variação. Esses movimentos ajudaram a limitar uma alta ainda maior do índice, mas não impediram o avanço geral da inflação no período.





