IPC-S recua 0,05% na primeira quadrissemana de agosto, mas acumula alta de 4,27% em 12 meses

Alimentação foi o principal destaque da leitura, enquanto quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram aceleração nos preços.
IPC-S encerra julho em queda e reforça sinais de desaceleração da inflação

Recuo nos preços de comunicação, transportes e alimentação levou o índice a registrar deflação de 0,08% na quarta quadrissemana de julho.
INCC-M desacelera em julho com alívio nos custos de materiais de construção

Índice sobe 0,62% no mês, pressionado pela mão de obra, enquanto preços de materiais e serviços perdem força, aponta FGV.
Monitor do PIB-FGV indica crescimento de 0,7% da economia brasileira em maio

Avanço foi impulsionado pelo consumo das famílias, enquanto investimentos e exportações deram sinais de perda de ritmo, aponta levantamento da FGV.
IBC-Br avança em maio e surpreende mercado, apesar de sinais de desaceleração da economia

Indicador do Banco Central supera expectativas com alta de 0,1%, mas desempenho mais fraco da agropecuária e atividade moderada reforçam perspectiva de crescimento mais lento nos próximos meses.
Preços da indústria recuam em maio e interrompem sequência de altas, aponta IBGE

A queda de 0,30% no IPP foi puxada principalmente pelo setor de alimentos, com destaque para açúcar e café; no acumulado do ano, índice ainda sobe 4,80%.
Serviços recuperam fôlego em junho e confiança atinge maior nível em cinco meses

Indicador da FGV mostra avanço disseminado entre segmentos, impulsionado por melhora das expectativas e redução das incertezas externas.
Confiança do comércio avança em junho, mas setor ainda enfrenta dificuldades para sustentar recuperação

Índice da FGV sobe 0,9 ponto no mês, impulsionado pela melhora nas avaliações atuais e expectativas, mas cenário macroeconômico segue limitando o consumo.
IGP-M recua 0,50% em junho e reforça sinal de alívio na inflação ao produtor

Queda nos preços de commodities energéticas e agrícolas puxou o índice para baixo, enquanto custos da construção seguem pressionados.
Prévia da inflação desacelera em junho, mas pressão sobre alimentos e energia mantém índice elevado

IPCA-15 sobe 0,41% no mês e acumula alta de 4,80% em 12 meses, com destaque para energia elétrica, alimentos e passagens aéreas.
Copom vê piora no cenário inflacionário, mas reforça cautela após corte da Selic

A ata divulgada nesta terça-feira (23) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central revelou uma piora no cenário inflacionário entre as reuniões de abril e maio, reforçando a percepção de um ambiente econômico mais desafiador para a condução da política monetária no Brasil. Segundo o documento, houve deterioração tanto nas leituras recentes da inflação cheia quanto em seus núcleos, além de uma elevação nas expectativas para os anos de 2026, 2027 e 2028. O Banco Central destacou que o IPCA já ultrapassa o limite superior da meta estabelecida, ampliando o sinal de alerta sobre o comportamento dos preços. Mesmo diante desse quadro, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando os juros para 14,25% ao ano na última decisão. Na avaliação da autoridade monetária, a medida considerou as melhores práticas de política monetária, especialmente diante de choques de oferta que impactam a inflação, como a alta do petróleo e os efeitos climáticos associados ao El Niño. Clique aqui para começar a investir com quem entende A ata também chamou atenção para uma nova desancoragem das expectativas inflacionárias de longo prazo, com destaque para 2028, movimento que pode dificultar o processo de convergência da inflação para a meta nos próximos anos. Diante desse cenário, o Banco Central reforçou que a condução da política monetária seguirá baseada em cautela e serenidade, deixando em aberto os próximos passos sobre os juros. A sinalização é de que a taxa básica poderá permanecer em nível elevado por um período mais prolongado, enquanto a autoridade acompanha os impactos do cenário internacional, especialmente os desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio e seus efeitos sobre commodities e inflação global. Para o mercado, a mensagem reforça que, apesar do início do ciclo de cortes, o espaço para flexibilização adicional segue limitado, com o BC priorizando o controle inflacionário e a ancoragem das expectativas. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Banco Central cortou Selic para 14,25%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) acaba de divulgar o resultado de sua última reunião sobre a taxa básica de juros, a famosa Taxa Selic. Na decisão de hoje, o comitê cortou a Selic para 14,25% ao ano. Já era esperado pelo mercado que o Copom corta-se a Selic. No último mês, a inflação subiu 0,58% e agora acumula alta de 4,72% nos últimos 12 meses. Mas como isso, de fato, afeta o seu dia a dia e os seus investimentos? Clique aqui para começar a investir com quem entende A Taxa Selic nada mais é do que a base, a referência, em que a grande parte das operações bancárias e financeiras acontecem, dado que elas se balizam no CDI, que é uma taxa muito próxima à Selic. Quando a Taxa Selic começa a cair, o custo do crédito tende a diminuir, o que pode reduzir os juros em empréstimos e financiamentos ao longo do tempo. Isso pode facilitar o acesso ao crédito, mas ainda exige cautela, já que os juros seguem em patamar elevado e o impacto da queda não é imediato no dia a dia. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!