IPCA repete alta de 0,33% em janeiro, com gasolina pressionando e energia elétrica aliviando inflação

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,33% em janeiro, repetindo o resultado observado em dezembro de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses passou a 4,44%. No mesmo mês do ano passado, o índice havia avançado 0,16%. O comportamento dos preços foi marcado por forças opostas, com a alta da gasolina pressionando o indicador, enquanto a queda da energia elétrica residencial ajudou a conter o avanço da inflação. Entre os grupos de despesas, Transportes foi o principal responsável pelo impacto no índice do mês, com variação de 0,60% e contribuição de 0,12 ponto percentual. O resultado refletiu principalmente o aumento de 2,14% nos combustíveis, com destaque para a gasolina, que subiu 2,06% após o reajuste do ICMS a partir de 1º de janeiro. Etanol, óleo diesel e gás veicular também apresentaram elevação de preços. Além disso, reajustes nas tarifas de ônibus urbano em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza contribuíram para a pressão no grupo, apesar das quedas expressivas nos preços do transporte por aplicativo e das passagens aéreas. Na direção contrária, o grupo Habitação recuou 0,11% em janeiro, exercendo o maior impacto negativo sobre o IPCA. A queda foi puxada pela redução de 2,73% na energia elétrica residencial, explicada pela mudança da bandeira tarifária amarela, vigente em dezembro, para a bandeira verde em janeiro, sem cobrança adicional. O Vestuário também apresentou deflação no período, com recuo de 0,25% nos preços. Clique aqui para começar a investir com quem entende A maior alta entre os grupos foi registrada em Comunicação, que avançou 0,82%, impulsionada pelo encarecimento de aparelhos telefônicos e reajustes em planos de serviços de TV por assinatura e combos de telefonia e internet. Já Saúde e cuidados pessoais subiu 0,70%, refletindo aumentos nos artigos de higiene pessoal e nos planos de saúde. O grupo Alimentação e bebidas, de maior peso no IPCA, mostrou desaceleração, com alta de 0,23% em janeiro, ante 0,27% em dezembro. A alimentação no domicílio avançou apenas 0,10%, influenciada pelas quedas do leite longa vida e do ovo de galinha, enquanto altas expressivas do tomate e das carnes limitaram uma desaceleração maior. A alimentação fora do domicílio também perdeu força, com variação de 0,55%. No recorte regional, Rio Branco (AC) apresentou a maior variação do IPCA em janeiro, com alta de 0,81%, pressionada pelos preços da energia elétrica e de itens de higiene pessoal. Já Belém (PA) registrou a menor inflação do mês, com avanço de 0,16%, beneficiada pela queda na conta de luz e nas passagens aéreas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reflete a inflação para famílias de menor renda, teve alta de 0,39% em janeiro, acima dos 0,21% registrados em dezembro. No acumulado de 12 meses, o INPC chegou a 4,30%, mostrando aceleração frente ao período anterior. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
IPCA-15 desacelera em janeiro, mas pressão em saúde e alimentos mantém inflação em 4,50% em 12 meses

Prévia da inflação fica em 0,20%, com forte impacto de higiene pessoal e retomada da alta da alimentação no domicílio, enquanto energia elétrica e passagens aéreas aliviam o índice.
IPC-S acelera na terceira quadrissemana de janeiro e alcança alta de 4,49% em 12 meses

O IPC-S da terceira quadrissemana de janeiro de 2026 registrou alta de 0,49%, levando o índice a acumular avanço de 4,49% nos últimos 12 meses. O resultado reflete uma aceleração disseminada dos preços, com aumento das taxas de variação em cinco das oito classes de despesa que compõem o indicador de inflação ao consumidor. A principal pressão partiu do grupo Transportes, cuja taxa avançou de 0,58% na segunda leitura do mês para 0,86% na terceira quadrissemana, respondendo pela maior contribuição individual ao índice. Também apresentaram aceleração os grupos Saúde e Cuidados Pessoais, que passou de 0,34% para 0,44%, Alimentação, de 0,63% para 0,70%, Habitação, de 0,01% para 0,06%, e Despesas Diversas, que subiu de 0,15% para 0,19%. Clique aqui para começar a investir com quem entende Na direção oposta, Vestuário mostrou reversão de tendência, saindo de alta de 0,46% para queda de 0,39%. O grupo Educação, Leitura e Recreação manteve variação positiva, mas em ritmo menor, passando de 1,17% para 1,14%. Já Comunicação permaneceu estável, sem registrar variação no período analisado. O comportamento do IPC-S nesta leitura reforça a presença de pressões inflacionárias concentradas em itens sensíveis à renda e aos custos de mobilidade, ao mesmo tempo em que alguns segmentos começam a mostrar sinais de acomodação nos preços ao longo do mês. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
IBC-Br surpreende e aponta aceleração da atividade econômica em novembro

Prévia do PIB cresce 0,7% no mês e supera projeções do mercado, com avanço disseminado entre serviços e indústria.
IPC-S acelera no fim de dezembro e inflação acumula 4% em 12 meses

Alimentação volta a pressionar o índice, enquanto habitação e educação perdem força.
IGP-10 fecha 2025 em queda leve, com pressão menor ao longo da cadeia produtiva

Índice desacelera em dezembro e acumula recuo no ano, influenciado por preços ao produtor e comportamento distinto entre consumidor e construção.
IPCA avança para 0,18% em novembro, menor alta para o mês desde 2018

A inflação oficial voltou a acelerar em novembro, mas permaneceu em níveis moderados. O IPCA registrou alta de 0,18%, após avanço de 0,09% em outubro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE. Mesmo com a aceleração, trata-se do menor resultado para um mês de novembro desde 2018. No acumulado do ano, o índice sobe 3,92%, e em 12 meses 4,46%, abaixo da leitura de 0,39% registrada em novembro do ano passado. O principal impacto do mês veio das passagens aéreas, que dispararam 11,9% e sozinhas adicionaram 0,07 ponto porcentual ao IPCA. A energia elétrica residencial também pressionou o índice, com alta de 1,27%, reflexo de reajustes tarifários em diferentes concessionárias. Outro destaque foi o avanço de 4,09% no item hospedagem, impulsionado pela forte demanda em Belém por conta da COP-30, que elevou o preço da diária em cerca de 178% na região. Por outro lado, itens essenciais ajudaram a aliviar a inflação do período. Produtos de higiene pessoal recuaram 1,07%, enquanto alimentos importantes no orçamento das famílias mostraram quedas expressivas, com destaque para o tomate (-10,38%) e o arroz (-2,86%), que acumula retração de 25% no ano. Assim, o grupo Alimentação e bebidas voltou ao terreno negativo, com variação de -0,01%, marcado pelo sexto mês consecutivo de queda na alimentação dentro de casa. Clique aqui para começar a investir com quem entende Mesmo com maior proporção de subitens em alta o índice de difusão subiu para 56%, quatro pontos acima de outubro o peso e a magnitude das quedas em itens alimentícios sustentaram o alívio no grupo. Nos serviços, a inflação acelerou de 0,41% para 0,60%, principalmente por causa das passagens aéreas e hospedagem. Entre os monitorados, a energia elétrica impulsionou a alta de 0,21%, após queda em outubro. Regionalmente, Goiânia registrou a maior variação do mês (0,44%), enquanto Aracaju apresentou a menor (-0,10%), influenciada por quedas em serviços automotivos e combustíveis. O INPC, que reflete a inflação das famílias de menor renda, avançou 0,03% em novembro. Em 12 meses, acumula alta de 4,18%, abaixo dos 4,49% observados anteriormente. Os alimentos recuaram 0,06%, enquanto os não alimentícios subiram 0,06%. O maior índice regional foi novamente o de Goiânia (0,51%), e o menor o de Belém (-0,26%). Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
IPCA-15 sobe 0,20% em novembro e acelera com pressão de despesas pessoais e passagens aéreas

Prévia da inflação volta a ganhar tração e acumula alta de 4,50% em 12 meses; viagens e serviços puxam o índice, enquanto alimentos seguem aliviando o bolso dentro de casa.
Inflação desacelera e IPCA tem menor alta para outubro desde 1998

Queda no preço da energia elétrica e estabilidade nos alimentos reduziram o ritmo da inflação, que subiu apenas 0,09% em outubro, acumulando 4,68% em 12 meses.
IGP-M recua 0,36% em outubro com alívio nos preços agropecuários e energia elétrica

Queda nas matérias-primas brutas e redução das tarifas de energia residencial impulsionam deflação do índice; no acumulado de 12 meses, alta é de 0,92%.
IPC-S desacelera na terceira quadrissemana de outubro e sobe 0,19%

Habitação puxa alívio no indicador, mas alta em Vestuário e Despesas Diversas limita recuo da inflação.
Inflação volta a subir em setembro e é puxada pela energia elétrica, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,48% em setembro, revertendo a deflação de 0,11% observada em agosto, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo IBGE. No acumulado de 12 meses, a inflação atingiu 5,17%, levemente abaixo das projeções do mercado, que esperavam avanço de 5,22%. A principal influência sobre o índice veio da energia elétrica residencial, que disparou 10,31% e sozinha contribuiu com 0,41 ponto percentual no IPCA. A alta refletiu o fim do Bônus de Itaipu (que havia reduzido as contas em agosto) e a continuidade da bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. Com isso, o grupo Habitação teve alta de 2,97%, o maior avanço para meses de setembro desde 1995. Clique aqui para começar a investir com quem entende Entre os demais grupos, destaque para Despesas pessoais, que subiu 0,51%, impulsionada por pacotes turísticos e lazer, enquanto Transportes teve variação praticamente estável (0,01%), com leve alta dos combustíveis. Já Alimentação e bebidas apresentou queda de 0,26%, a quarta consecutiva, influenciada pelas fortes reduções nos preços de tomate, cebola e arroz. Nos serviços, houve desaceleração de 0,39% para 0,13%, enquanto os preços monitorados, como energia e gasolina, avançaram 1,87%. Regionalmente, São Luís liderou as altas, com 1,02%, e Salvador teve a menor variação, de 0,17%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação das famílias de menor renda, também subiu 0,52% em setembro, acumulando 5,10% em 12 meses. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!