O IPC-S da segunda quadrissemana de maio de 2026 subiu 0,66%, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula alta de 4,17% nos últimos 12 meses.
O principal destaque da apuração foi o comportamento do grupo Transportes, que saiu de alta de 0,63% na primeira leitura de maio para queda de 0,15% na segunda quadrissemana, exercendo a maior contribuição para a desaceleração do indicador.

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Além de Transportes, outros grupos também perderam força no período, como Saúde e Cuidados Pessoais, cuja taxa desacelerou de 1,08% para 0,87%, Alimentação, que passou de 1,40% para 1,35%, e Educação, Leitura e Recreação, que variou de 0,31% para 0,30%.
Por outro lado, alguns segmentos apresentaram aceleração nos preços. O grupo Habitação avançou de 0,59% para 0,85%, enquanto Despesas Diversas saltou de 0,07% para 0,88%. Vestuário e Comunicação também registraram aumento em suas taxas de variação.
O resultado mostra um cenário de inflação ainda pressionada em alguns segmentos, mas com sinais de alívio em componentes importantes, especialmente nos custos ligados aos transportes.





