A WEG reportou lucro líquido de R$ 1,46 bilhão no primeiro trimestre, queda de 5,7% na comparação anual e abaixo das expectativas do mercado. O desempenho foi impactado principalmente pela retração das receitas no mercado doméstico.
O Ebitda somou R$ 2,10 bilhões no período, recuo de 3,2% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. Apesar disso, a margem Ebitda avançou para 22,2%, refletindo um melhor mix de produtos e ganhos de eficiência operacional, o que ajudou a mitigar parcialmente o cenário mais desafiador.

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A receita líquida atingiu R$ 9,47 bilhões, queda de 6,1% na base anual e também abaixo das projeções. O principal destaque negativo foi o mercado interno, que registrou retração de 19,5%, influenciado pela menor demanda por projetos de geração solar no Brasil. Em contrapartida, o mercado externo apresentou crescimento de 4,5%, sustentando parte do resultado.
A companhia também enfrentou pressão de custos, especialmente com a alta de matérias-primas como o cobre, além do impacto de tarifas de importação nos Estados Unidos e da volatilidade cambial.
Mesmo com o desempenho mais fraco no trimestre, a WEG manteve o ritmo de investimentos, destinando R$ 622,2 milhões para expansão e modernização da capacidade produtiva. Para 2026, a empresa projeta investimentos mais robustos, reforçando a estratégia de crescimento no longo prazo.





