O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de fevereiro de 2026 registrou alta de 0,45%, acumulando avanço de 3,84% nos últimos 12 meses. O resultado mostra leve acomodação em parte das principais classes de despesa, embora pressões pontuais ainda sustentem a inflação ao consumidor neste início de ano.
Entre os oito grupos que compõem o índice, quatro apresentaram desaceleração em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu de Transportes, cuja alta passou de 1,15% na primeira leitura do mês para 0,76% na segunda quadrissemana. Também perderam força os grupos Saúde e Cuidados Pessoais, Alimentação e Educação, Leitura e Recreação, indicando redução no ritmo de reajustes em itens relevantes do orçamento das famílias.

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Por outro lado, houve aceleração em Vestuário, que reduziu o ritmo de queda, além de Despesas Diversas, Habitação e Comunicação, que registraram avanço nas taxas. O movimento demonstra que, apesar da moderação em alguns segmentos, o comportamento dos preços segue heterogêneo, com pressões espalhadas em diferentes frentes do consumo.
O resultado reforça um cenário de inflação sob controle relativo, mas ainda sensível a reajustes sazonais e oscilações de preços administrados e de serviços.





