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XP Inc. registra lucro recorde de R$ 1,33 bilhão no 3º trimestre e fortalece liderança no mercado financeiro

Empresa avança em receitas, amplia base de clientes e reforça modelo de negócios com crescimento robusto no varejo e no atacado.

A XP Inc. encerrou o terceiro trimestre de 2025 com mais um marco histórico: o lucro líquido ajustado alcançou R$ 1,33 bilhão, alta de 12% em relação ao mesmo período de 2024. O desempenho refletiu tanto a expansão das receitas quanto a estratégia de recompra e cancelamento de ações, que impulsionou o lucro por ação (EPS) em 13% no período. Mesmo com o avanço, o retorno sobre o patrimônio líquido tangível ajustado (ROTE) permaneceu praticamente estável, em 28%, evidenciando a capacidade da companhia de sustentar rentabilidade elevada em meio à maior complexidade do setor.

A receita bruta somou R$ 4,9 bilhões no trimestre, crescimento de 9% na comparação anual. No varejo, a XP registrou receita de R$ 3,7 bilhões (avanço de 6%), com destaque para novas verticais e para o forte impulso do cross-sell. As receitas de seguros subiram 21%, previdência cresceu 24% e crédito avançou 11%. Já o segmento de atacado mostrou desempenho ainda mais acelerado, com receita de R$ 729 milhões, alta de 32% na comparação com o 3T24.

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O total de ativos de clientes, somando ativos sob gestão e administração, atingiu R$ 1,9 trilhão, um salto de 16% em um ano. Os Ativos de Clientes somaram R$ 1,4 trilhão, impulsionados por R$ 91 bilhões em captação líquida anual e R$ 63 bilhões em apreciação de mercado. Somente no 3T25, a captação líquida alcançou R$ 29 bilhões, com o varejo respondendo por R$ 20 bilhões. A empresa também passou a incorporar, desde 2025, os ativos de clientes institucionais, aumentando a transparência e ampliando a visão sobre seu ecossistema financeiro.

A base de clientes ativos chegou a 4,8 milhões, enquanto a rede de assessores totalizou 18,2 mil profissionais. Segundo a XP, o uso de tecnologia integrada ao CRM tem permitido um atendimento mais personalizado, elevando a eficiência comercial e aprimorando a experiência do investidor. Outro destaque foi o avanço do modelo fee based, que já representa 21% dos ativos do varejo, uma mudança relevante em direção a uma remuneração mais previsível e alinhada ao longo prazo.

Além disso, a XP manteve a liderança entre broker dealers, com 17% de participação de mercado, e ficou em quarto lugar na distribuição de renda fixa, beneficiada por um ambiente mais favorável ao longo do trimestre.

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