O Brasil gerou 129.775 empregos com carteira assinada em julho, segundo dados do Caged divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado, fruto de 2,25 milhões de admissões e 2,12 milhões de desligamentos, ficou abaixo da expectativa do mercado, que projetava saldo líquido de 135.577 vagas, conforme pesquisa da Reuters.

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O desempenho foi o mais baixo desde março, quando foram criados 79.521 postos, e também o pior resultado para o mês de julho desde 2020, no início da pandemia de Covid-19. Em julho de 2024, o saldo havia sido bem mais robusto, com 191.373 vagas. No acumulado de 2025, o saldo positivo chega a 1,34 milhão de empregos formais, ainda assim em patamar mais fraco do que no ano anterior.
Todos os cinco grupamentos de atividades econômicas tiveram saldo positivo de vagas no mês. O setor de serviços liderou a abertura, com 50.159 empregos criados, seguido pelo comércio, com 27.325. A indústria e a construção também contribuíram, enquanto a agropecuária ficou na última posição, com saldo de 8.795 novos postos.



