BC reforça tom duro e indica Selic em 15% por tempo prolongado

Ata do Copom mostra que o Banco Central vê juros atuais como suficientes para conter a inflação, mas alerta que cenário ainda é desafiador e pode exigir nova alta caso os riscos se intensifiquem.
Brasil cria 213 mil vagas formais em setembro e supera expectativas do mercado

Resultado positivo do Caged indica resiliência do mercado de trabalho, impulsionado pelo setor de serviços; saldo, porém, é menor que o de 2024.
Custos da construção avançam 0,21% em outubro e acumulam alta de 6,58% em 12 meses

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,21% em outubro, repetindo a variação observada em setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). No acumulado de 12 meses, o indicador atingiu 6,58%, acima dos 5,72% registrados em igual período de 2024, refletindo a persistência da pressão inflacionária sobre os custos do setor de construção civil. Clique aqui para começar a investir com quem entende O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços avançou 0,27%, revertendo a queda de 0,03% no mês anterior. O destaque foi o subgrupo “materiais para estrutura”, cuja taxa saltou de -0,28% para 0,34%, sinalizando aceleração nos preços de insumos essenciais para obras. Já o componente Serviços mostrou leve desaceleração, com variação de 0,08% em outubro, ante 0,18% em setembro, impactado pela redução no item “conta de energia”, que passou de 1,86% para -1,72%. A mão de obra, por sua vez, apresentou alta de apenas 0,13%, após avanço de 0,54% em setembro, indicando uma desaceleração no ritmo de reajustes salariais do setor. Regionalmente, cinco das sete capitais analisadas pela FGV registraram aceleração no índice: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Recife e Porto Alegre observaram recuo nos custos, com arrefecimento pontual nos preços locais de construção. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Inflação medida pelo IPC-S desacelera na segunda quadrissemana de outubro, mas ainda acumula alta de 3,93% em 12 meses

Habitação perde força e puxa desaceleração do índice, enquanto Alimentação e Vestuário voltam a subir no período.
B3 amplia horário de negociação com o fim do horário de verão nos EUA

A partir de 3 de novembro, pregão da Bolsa brasileira terá fechamento mais tarde para alinhar-se ao mercado de Nova York.
Indústria brasileira mantém queda de preços em agosto, com alimentos e químicos entre os principais impactos

IPP recua pelo sétimo mês seguido, indicando perda de força nos preços de fábrica e reforçando cenário de desaceleração inflacionária.
Indústria brasileira surpreende e cresce 0,8% em agosto após meses de fraqueza

Avanço acima das expectativas interrompe sequência negativa e mostra recuperação pontual em meio a juros elevados e tarifas dos EUA.
IGP-M acelera em setembro com impacto da energia elétrica e menor queda nos bens finais

Índice registra alta de 0,42% no mês, acumula queda no ano e avança 2,82% em 12 meses; energia elétrica e preços no atacado explicam a movimentação.