B3 amplia uso de FIIs como garantia e fortalece mercado de derivativos

Bolsa brasileira passa a aceitar fundos imobiliários em operações com margem a partir de 11 de maio, ampliando flexibilidade para investidores.
Copom sinaliza cautela e mercado eleva apostas em ritmo mais lento de corte da Selic

Ata indica preocupação com inflação desancorada e reforça incertezas com cenário externo.
Desemprego sobe no início do ano, mas mantém menor nível histórico para o período

Taxa de 6,1% no trimestre até março reflete movimento sazonal, enquanto renda e emprego formal mostram resiliência.
IGP-M acelera em abril com pressão de commodities e impacto da guerra no Oriente Médio

Avanço do índice é puxado por matérias-primas e repasse de custos ao consumidor e à construção.
IPC-S desacelera para 0,90% na terceira quadrissemana de abril, com alívio em alimentação

Queda no ritmo de alta em itens essenciais é parcialmente compensada por avanço em saúde e habitação.
B3 amplia horário de negociação de futuros de cripto e ouro

Mudança reflete maior demanda por ativos globais e busca por alinhamento com mercados internacionais.
IPC-S acelera para 0,96% na segunda quadrissemana de abril, pressionado por saúde e transportes

Avanço da inflação no período reflete alta disseminada em serviços e custos essenciais.
IBC-Br avança acima do esperado em fevereiro e sinaliza retomada moderada da economia

Indicador do Banco Central cresce 0,60% no mês, impulsionado pela indústria e superando projeções do mercado.
IPC-S acelera no fim de março com pressão de transportes e alimentos

Inflação semanal sobe 0,67% e reforça tendência de alta disseminada entre os grupos.
XP acelera no crédito e transforma cartão em pilar de crescimento do ecossistema

Com 1,5 milhão de cartões ativos, plataforma amplia engajamento e reforça estratégia de integração financeira.
B3 reduz horário de negociação a partir desta segunda com ajuste ao fim do horário de verão no exterior

Mudança encurta pregão do mercado à vista e de opções; nova grade para alguns contratos futuros entra em vigor no fim de março.
Copom sinaliza início do ciclo de cortes da Selic já em março, condicionado ao cenário econômico

O Comitê de Política Monetária (Copom) voltou a sinalizar que, caso o cenário esperado se confirme, deverá iniciar o processo de flexibilização da política monetária na próxima reunião, marcada para os dias 17 e 18 de março. A indicação foi reforçada na ata divulgada nesta terça-feira (3), na qual o colegiado evitou antecipar a magnitude do primeiro corte da Selic e condicionou o ritmo do ciclo à evolução do quadro econômico. Na reunião de janeiro, realizada em 28 do mês passado, o Banco Central decidiu, por unanimidade, manter a taxa básica de juros em 15% ao ano. Segundo o Copom, o nível atual é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta ao longo do horizonte relevante e, ao mesmo tempo, contribui para suavizar as flutuações da atividade econômica e estimular o pleno emprego, sem comprometer o objetivo central de estabilidade de preços. Na ata, o Comitê reafirmou que seguirá adotando uma “restrição adequada” para garantir a convergência da inflação à meta, destacando que o processo exige serenidade tanto no ritmo quanto na magnitude dos ajustes. O colegiado ressaltou que essas decisões dependerão da evolução de fatores que aumentem a confiança no cumprimento da meta inflacionária no horizonte considerado pela política monetária. Clique aqui para começar a investir com quem entende O documento também reforça que o ambiente segue marcado por elevada incerteza, o que exige cautela adicional. Ainda assim, o Copom avalia que a estratégia em curso tem se mostrado eficaz e que, em um contexto de inflação menor e com sinais mais claros de transmissão da política monetária, o foco passa a ser a calibração do nível dos juros. As projeções de inflação foram mantidas. O Banco Central estima que o IPCA acumule alta de 3,4% em 2026 e de 3,2% no terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante da política monetária, patamares ligeiramente acima do centro da meta, de 3,0%. Para os preços livres, as estimativas são de 3,5% e 3,1%, respectivamente, enquanto os preços administrados devem avançar 3,0% e 3,3% nos mesmos períodos. As projeções consideram o cenário de referência, que incorpora a trajetória de juros do Relatório Focus divulgado em 26 de janeiro, bandeira amarela de energia elétrica em dezembro de 2026 e 2027, taxa de câmbio inicial de R$ 5,35 — evoluindo conforme a paridade do poder de compra — e preços do petróleo acompanhando a curva futura por seis meses, com alta de 2% ao ano posteriormente. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!