BC vê cenário mais adverso para a inflação com tarifa dos EUA e mantém postura contracionista

O Banco Central avaliou que o ambiente externo ficou mais incerto e desfavorável para o Brasil após a elevação das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos. Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (5), a autarquia alertou que os impactos da medida são relevantes para setores específicos e ainda incertos no agregado, dependendo da evolução das negociações e da percepção de risco envolvida. A decisão do governo norte-americano de aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros adiciona um novo fator de preocupação ao cenário inflacionário. O Banco Central reforçou que sua atuação continuará focada nos canais de transmissão desse choque externo sobre os preços internos, especialmente considerando o atual ambiente doméstico, com mercado de trabalho aquecido, expectativas de inflação desancoradas e projeções elevadas para os preços. Clique aqui para começar a investir com quem entende Diante desse quadro, o Copom reafirmou a necessidade de manter a política monetária em território significativamente contracionista por um período prolongado. A Selic foi mantida em 15% ao ano na última reunião, com o colegiado destacando que antecipa uma manutenção longa dessa taxa, até que haja maior clareza sobre os efeitos da política tarifária dos EUA e do comportamento da inflação. O documento também ressaltou a importância de uma política fiscal que contribua para reduzir o prêmio de risco, melhorando a percepção sobre a sustentabilidade da dívida pública. O BC continuará monitorando, além da atividade econômica, o repasse do câmbio aos preços e a evolução das expectativas inflacionárias, consideradas um ponto de desconforto unânime entre os membros da diretoria. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
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