O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da primeira quadrissemana de fevereiro de 2026 registrou variação de 0,59%, repetindo o resultado da leitura anterior, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o desempenho do período, a inflação acumulada em 12 meses recuou de 4,60% para 3,98%, sinalizando perda de fôlego no ritmo anual de alta dos preços ao consumidor.
Entre os grupos que compõem o índice, Educação, Leitura e Recreação apresentou aceleração relevante, com a taxa avançando de 1,16% para 1,74%, refletindo reajustes típicos do início do ano letivo. O grupo Habitação também ganhou tração, passando de 0,23% para 0,37%, enquanto Despesas Diversas registrou leve aceleração, de 0,23% para 0,27%.

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Por outro lado, houve desaceleração em Alimentação, cuja taxa recuou de 0,70% para 0,49%, indicando alívio nos preços de itens de consumo doméstico. Vestuário aprofundou a deflação no período, com queda de 1,30%, ante recuo de 0,62% na leitura anterior. Saúde e Cuidados Pessoais também apresentou perda de ritmo, enquanto Transportes manteve alta elevada, mas ligeiramente menor, ao passar de 1,18% para 1,15%.
O grupo Comunicação permaneceu estável, sem variação na quadrissemana, reforçando o comportamento mais contido de alguns serviços. O conjunto dos dados mostra uma inflação ainda pressionada em segmentos específicos, mas com sinais de moderação no acumulado em 12 meses.





