Banco Central cortou Selic para 14,25%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) acaba de divulgar o resultado de sua última reunião sobre a taxa básica de juros, a famosa Taxa Selic. Na decisão de hoje, o comitê cortou a Selic para 14,25% ao ano. Já era esperado pelo mercado que o Copom corta-se a Selic. No último mês, a inflação subiu 0,58% e agora acumula alta de 4,72% nos últimos 12 meses. Mas como isso, de fato, afeta o seu dia a dia e os seus investimentos? Clique aqui para começar a investir com quem entende A Taxa Selic nada mais é do que a base, a referência, em que a grande parte das operações bancárias e financeiras acontecem, dado que elas se balizam no CDI, que é uma taxa muito próxima à Selic. Quando a Taxa Selic começa a cair, o custo do crédito tende a diminuir, o que pode reduzir os juros em empréstimos e financiamentos ao longo do tempo. Isso pode facilitar o acesso ao crédito, mas ainda exige cautela, já que os juros seguem em patamar elevado e o impacto da queda não é imediato no dia a dia. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Fed mantém juros nos EUA e sinaliza postura mais cautelosa diante de inflação persistente

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, decidiu nesta quarta-feira (17) manter a taxa básica de juros na faixa entre 3,5% e 3,75%, em linha com a expectativa do mercado. A decisão foi anunciada após reunião do Federal Open Market Committee (Fomc), agora sob o comando de Kevin Warsh, novo presidente da autoridade monetária americana. A manutenção dos juros ocorre em um cenário de inflação ainda elevada e mercado de trabalho resiliente. No comunicado oficial, o Fed destacou que os preços seguem acima da meta de 2%, pressionados por choques de oferta em setores estratégicos, principalmente energia, em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Clique aqui para começar a investir com quem entende O principal ponto de atenção para investidores foi a mudança de tom na comunicação do banco central. O texto divulgado após a reunião foi significativamente mais enxuto e eliminou trechos que, nas reuniões anteriores, indicavam espaço para eventuais cortes de juros nos próximos meses. A leitura do mercado é de que o Fed adotou uma postura mais rígida, priorizando o controle da inflação antes de considerar qualquer flexibilização monetária. Outro destaque ficou por conta do chamado “dot plot”, gráfico que reúne as projeções dos membros do comitê para juros e atividade econômica. A mediana das estimativas aponta a taxa dos Fed Funds em 3,8% no fim deste ano, acima do patamar atual, sinalizando que uma alta adicional permanece no radar da instituição. No longo prazo, a projeção segue em 3,1%. A decisão reforça a visão de que o Fed continuará dependente dos próximos indicadores econômicos, especialmente inflação e emprego, para calibrar sua política monetária. Para os mercados globais, o cenário de juros elevados por mais tempo tende a manter a pressão sobre ativos de risco e sustentar a força do dólar, com reflexos também sobre economias emergentes como o Brasil. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Café Matinal com Allure Group – 17/06/2026