Taxa Selic se manteve em 15% ao ano

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil (Copom) acaba de divulgar o resultado de sua última reunião sobre a taxa básica de juros, a famosa Taxa Selic. Na decisão de hoje, o comitê manteve a Selic no atual patamar de 15,00% a.a. Já era esperada pelo mercado que o Copom manteve a Selic. O último mês a inflação se elevou em 0,18% em novembro e agora acumula um valor de 4,46% nos últimos 12 meses. Mas como isso, de fato, afeta o seu dia-a-dia e os seus investimentos? Clique aqui para começar a investir com quem entende A Taxa Selic nada mais é do que a base, a referência, em que a grande parte das operações bancárias e financeiras acontecem, dado que elas se balizam no CDI, que é uma taxa muito próxima à Selic. Quando a Taxa Selic aumenta, o custo de crédito também aumenta, pois isso aumenta os juros aplicados em operações como empréstimos e financiamentos, então, se você está pensando em tomar uma dívida, tome muito cuidado com isso! Já com relação aos investimentos, uma Taxa Selic mais alta significa um CDI mais alto e, consequentemente, ativos de renda fixa atrelados ao CDI rendendo mais. Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
IPCA avança para 0,18% em novembro, menor alta para o mês desde 2018

A inflação oficial voltou a acelerar em novembro, mas permaneceu em níveis moderados. O IPCA registrou alta de 0,18%, após avanço de 0,09% em outubro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE. Mesmo com a aceleração, trata-se do menor resultado para um mês de novembro desde 2018. No acumulado do ano, o índice sobe 3,92%, e em 12 meses 4,46%, abaixo da leitura de 0,39% registrada em novembro do ano passado. O principal impacto do mês veio das passagens aéreas, que dispararam 11,9% e sozinhas adicionaram 0,07 ponto porcentual ao IPCA. A energia elétrica residencial também pressionou o índice, com alta de 1,27%, reflexo de reajustes tarifários em diferentes concessionárias. Outro destaque foi o avanço de 4,09% no item hospedagem, impulsionado pela forte demanda em Belém por conta da COP-30, que elevou o preço da diária em cerca de 178% na região. Por outro lado, itens essenciais ajudaram a aliviar a inflação do período. Produtos de higiene pessoal recuaram 1,07%, enquanto alimentos importantes no orçamento das famílias mostraram quedas expressivas, com destaque para o tomate (-10,38%) e o arroz (-2,86%), que acumula retração de 25% no ano. Assim, o grupo Alimentação e bebidas voltou ao terreno negativo, com variação de -0,01%, marcado pelo sexto mês consecutivo de queda na alimentação dentro de casa. Clique aqui para começar a investir com quem entende Mesmo com maior proporção de subitens em alta o índice de difusão subiu para 56%, quatro pontos acima de outubro o peso e a magnitude das quedas em itens alimentícios sustentaram o alívio no grupo. Nos serviços, a inflação acelerou de 0,41% para 0,60%, principalmente por causa das passagens aéreas e hospedagem. Entre os monitorados, a energia elétrica impulsionou a alta de 0,21%, após queda em outubro. Regionalmente, Goiânia registrou a maior variação do mês (0,44%), enquanto Aracaju apresentou a menor (-0,10%), influenciada por quedas em serviços automotivos e combustíveis. O INPC, que reflete a inflação das famílias de menor renda, avançou 0,03% em novembro. Em 12 meses, acumula alta de 4,18%, abaixo dos 4,49% observados anteriormente. Os alimentos recuaram 0,06%, enquanto os não alimentícios subiram 0,06%. O maior índice regional foi novamente o de Goiânia (0,51%), e o menor o de Belém (-0,26%). Quer saber como isto afeta os seus investimentos? Converse agora com um assessor de investimentos da Allure Capital e descubra!
Café Matinal com Allure Group – 10/12/2025

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